A VIII edição do Atlantic Music Expo (AME), inícia esta sexta-feira,10. Este ano, em formato descentralizado, o certame conta com dois dias de espectáculos e encontros de artistas nacionais e internacionais, no Mindelo e na Praia.
Após dois anos de paragem, o AME está de volta aos palcos, desta vez “com ousadia” de acontecer em duas cidades, Mindelo e Praia. No Mindelo decorre nos dias 10 e 11, num total de 13 actuações de artistas e três djs. Já na capital, o certame acontece durante três dias, de 13 a 15, com 14 acusações e dois djs.
Estas informações foram avançadas ontem pelo director-geral do AME, Augusto Veiga, à margem da assinatura de protocolo com a Sociedade Cabo-verdiana de Música (SCM). O mesmo reforçou que a organização está neste momento na recta final em termos de preparativos, e que no total o evento deve contar com 30 actuações.
Em termos de actuações para o Mindelo, esta sexta-feira,10, conforme Veiga os nomes de Jennifer, Cordas do Sol, Ayom, Acácio Maior, Ceuzany, Diego Renato, Fatú Djakité, Selma Uamusse (Moçambique), de entre outros.
O director do AME ,afirma que dificuldades financeiras, que ainda tentam colmatar, atrasaram a organização no evento, mesmo em relação à parte da comunicação, pelo que assegurou, que estão a trabalhar com vários parceiros para que realmente possam trazer um evento de qualidade a Cabo Verde.
A VIII edição do Atlantic Music Expo tinha um custo inicial, conforme Augusto Veiga, de cerca de 30 mil contos para as duas edições, mas que tiveram de adaptar com a realidade, justificando que o que conseguiram angariar com os parceiros foi muito menos, daí que o evento ficou orçado por volta de quase 20 mil contos.
Na Cidade da Praia, a abertura vai ser na Assembleia Nacional, no dia 13, contando com actuação de duas bandas, uma nacional e outra internacional.
De resto, este evento público terá dois palcos na capital, um na rua pedonal e outro em frente à antiga reitoria da Uni-CV. No Mindelo, os dois palcos vão estar um na Praça Dom Luís e outro na Praça Nova.
Quanto às expectativas, o director do AME, afirmou que tem sentido nas pessoas uma grande vontade de estarem presentes, o que o leva a acreditar numa boa adesão.
No futuro pensa-se levar o AME a outras ilhas, caso houver interesse das entidades oficiais e privadas.
